quinta-feira, 18 de maio de 2017

Mais de um milhão já assinou petição para o 'impeachment' de Trump

EUA
17 DE MAIO DE 2017 17:58
Lusa
A campanha 'Impeach Trump Now', liderada pela Free Speech For People (organização apartidária e sem fins lucrativos), reunia às 17:17 (hora de Lisboa) 1.004.145 assinaturas

Mais de um milhão de pessoas tinha assinado até hoje à tarde uma petição 'online' a favor da destituição de Donald Trump, numa altura em que o Presidente norte-americano enfrenta, entre outras polémicas, acusações de obstrução à justiça.

A campanha 'Impeach Trump Now', liderada pela Free Speech For People (organização apartidária e sem fins lucrativos), reunia às 17:17 (hora de Lisboa) 1.004.145 assinaturas.

Na página oficial da campanha é explicado que esta iniciativa da sociedade civil foi lançada no dia da tomada de posse de Trump, a 20 de janeiro.

"Desde que assumiu o gabinete, o Presidente Donald Trump tem violado diretamente a Constituição dos Estados Unidos. 
O Presidente não está acima da lei. 
Não permitiremos que o Presidente Trump beneficie da Presidência à custa da nossa democracia", lê-se num texto introdutório, que indica que mais de 950 mil pessoas se juntaram à campanha nos primeiros 110 dias da administração Trump.

Agora, e perante a demissão do diretor da polícia federal norte-americana (FBI) James Comey e as informações reveladas sobre a aparente interferência de Trump numa investigação criminal relacionada com o ex-conselheiro de segurança nacional Michael Flynn, a iniciativa da sociedade civil informa que decidiu reforçar o seu propósito.

Nos últimos dias, Trump tem estado no centro da polémica e a palavra "impeachment" tem circulado nos corredores das instituições políticas de Washington e nos 'media' americanos e internacionais.

Alguns legisladores americanos estão a acusar Trump de obstrução à justiça depois de revelações que dão conta que o Presidente terá pedido a Comey para terminar as investigações sobre Flynn. 
Segundo notas pessoais escritas pelo ex-diretor do FBI, o pedido terá sido feito durante uma reunião na Casa Branca, em fevereiro.

Após a demissão de Comey, na semana passada, os democratas no Congresso já tinham manifestado a sua preocupação face uma eventual e grave ingerência de Trump. 
James Comey foi demitido numa altura em que o FBI estava a investigar os alegados contactos mantidos entre a campanha de Trump e a Rússia durante a corrida às presidenciais nos Estados Unidos.

A figura da obstrução à justiça é uma questão delicada, tanto criminalmente como politicamente. 
E vários constitucionalistas, citados pela agência noticiosa norte-americana Associated Press, admitem que pode ser difícil provar que o Presidente ultrapassou o limite.

"O Presidente pode alegar que estava a abordar a questão por preocupação com um colaborador de longa data [Flynn]", afirmou o professor de Direito da George Washington University Jonathan Turley, admitindo que Trump pode ter várias linhas de defesa e que tal situação poderá não ser suficiente para um processo de destituição.

"O que temos são notas sobre um Presidente que faz perguntas altamente impróprias a um diretor do FBI. (...) 
Isto seria muito pouco consistente para um processo de destituição", frisou o especialista.

A revelação de que Trump deu informações classificadas sobre o grupo extremista Estado Islâmico (EI) ao chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, durante uma reunião na Casa Branca na quarta-feira passada, veio igualmente intensificar os pedidos para a destituição do 45.º Presidente dos Estados Unidos.

Uma sondagem da Public Policy Polling, publicada na terça-feira, revelou que 48% dos norte-americanos querem que se inicie um processo de destituição contra Trump.

Esta percentagem supera os 41% dos norte-americanos que estão contra um 'impeachment' de Trump, processo que só foi iniciado em duas ocasiões na história norte-americana.

O Congresso dos Estados Unidos iniciou, mas nunca finalizou, o processo de destituição dos Presidentes Andrew Johnson (1829-1837) e Bill Clinton (1993-2001). 
A possibilidade de um 'impeachment' forçou a demissão do Presidente Richard Nixon em 1974.

A mesma sondagem indicou que apenas 43% dos inquiridos considera que Trump vai conseguir terminar os quatro anos de mandato. 
Esta sondagem foi realizada com uma amostra de 692 adultos entre 12 e 14 de maio (depois da demissão de James Comey) e tem uma margem de erro de 3,7%.

O processo de 'impeachment' pode ser iniciado por uma maioria simples da Câmara dos Representantes (câmara baixa do Congresso), mas o processo (o julgamento político) será conduzido pelo Senado (câmara alta) com o presidente do Supremo Tribunal a presidir as audiências.

Para declarar culpado um Presidente, e destitui-lo do poder, são necessários dois terços (67) dos votos da câmara alta, algo que nunca aconteceu.


A destituição está prevista, de acordo com a Constituição norte-americana, em casos de "traição, corrupção ou todos outros crimes e delitos maiores".

Trump dá mais um passo para o possível 'impeachment'

EUA
17 DE MAIO DE 2017 22:43
Abel Coelho de Morais
Trump na cerimónia na Academia da Guarda Costeira, onde afirmou que “nenhum político na história” foi mais maltratado que ele | REUTERS

Democratas e republicanos pedem investigação ao presidente. Ex-diretor do FBI prestará declarações na Câmara dos Representantes.

Com vários democratas a levantarem a hipótese de ser desencadeado o processo de destituição (impeachment) de Donald Trump, a que se juntou um primeiro republicano, o presidente viveu esta quarta-feira um dia de pesadelo bem expresso nas palavras que pronunciou no Connecticut numa cerimónia na Academia da Guarda Costeira.

"Nenhum político na história (...) foi tratado de pior maneira ou de forma mais injusta", disse Trump. 
Antes, referira que "nunca se pode desistir, nunca, nunca" e "são as adversidades que nos tornam mais fortes". 
E teve-as em larga escala. 
A começar pelas repercussões do conteúdo de um memorando revelado na noite de terça para quarta-feira (hora portuguesa) em que o ex-diretor do FBI, James Comey, escreve que lhe foi pedido por Trump para abandonar a investigação a Michael Flynn e ao possível papel deste no alegado envolvimento russo nas presidenciais de 2016. 
Flynn, que foi conselheiro de Segurança Nacional menos de um mês, teve de se afastar após serem conhecidas as suas ligações a personalidades russas e deslocações a este país. 
A escolha do seu sucessor está em curso, falando-se em vários nomes, dois deles mulheres.

No memorando, Comey escreve que Trump pediu ao vice-presidente Mike Pence e ao procurador-geral Jeff Sessions para saírem da sala, onde estavam reunidos com o ex-diretor do FBI, e depois terá dito "espero que possa abandonar" a investigação. 
Se for verdadeira a observação de Comey, as palavras de Trump podem ser consideradas um ato de obstrução à Justiça, suscetível de fundamentar um processo de impugnação, era esta quarta-feira considerado por vários comentadores. 
A Casa Branca classificou o memorando de Comey, divulgado pelo New York Times e pela CNN, como "nem verdadeiro nem rigoroso".

Em mais um revés para o presidente, o republicano Jason Chaffetz, que dirige a comissão de supervisão da ação governamental, anunciou ter pedido ao diretor interino do FBI, Andrew McCabe, para entregar até à próxima quarta-feira toda a documentação referente a encontros entre Comey e Trump. 
Uma decisão apoiada pelo presidente da Câmara dos Representantes, o republicano Paul Ryan. 
Num desenvolvimento paralelo, Chaffetz convidou o próprio Comey a prestar depoimento perante a comissão na mesma data.

Se os documentos ou as palavras de Comey coincidirem com as revelações do NYT e da CNN, a presidência de Trump está realmente em período, reconheceram representantes dos democratas e dos republicanos. 
Com um destes últimos, Justin Amash, na Câmara dos Representantes pelo Michigan, a declarar que o presidente devia ser impugnado a confirmar-se aquilo que o afastado diretor do FBI dá a entender. 
Ainda entre os republicanos, um crítico de sempre de Trump, o senador John McCain, considerou que a situação estava "a atingir as proporções de um Watergate", o caso que, em 1973, custou a presidência a Richard Nixon.

Em termos formais, o democrata Al Green tornou-se, na Câmara dos Representantes, o primeiro a pedir o início do processo de destituição. 
Afirmando que "a democracia está em risco", Green afirmou que "ninguém neste país está acima da lei, incluindo o presidente".

Para além do caso envolvendo o ex-diretor do FBI, Trump teve de enfrentar as repercussões de ter partilhado informação "sensível" e "secreta" com o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, e o embaixador deste país nos EUA, Sergey Kislyak, no encontro do passado dia 10 na Casa Branca. 
Trump teria partilhado informações secretas fornecidas por Israel sobre o Estado Islâmico. O que foi duramente criticado nos EUA e em Israel.

Candidatos à direção do FBI

Andrew Mccabe
Diretor interino do FBI, fora nomeado diretor-adjunto por Comey em fevereiro de 2016. 
Está no FBI desde 1996. 
Tem vasta experiência de campo. 
A sua mulher foi candidata pelos democratas ao Senado estadual da Virgínia, uma possível desvantagem.

Alice Fisher
Advogada e sócia principal num escritório de Washington, é considerada uma das juristas mais importantes a nível nacional. 
Foi procuradora-geral adjunta no segundo mandato de George W. Bush. 
Próxima dos republicanos.

Frances Townsend
Antiga conselheira para a Segurança Interna na presidência de W. Bush, estivera ligada ao Departamento de Justiça durante a presidência de Bill Clinton. 
Especialista em serviços de informações. 
Próxima dos democratas.

Michael Garcia
Juiz num tribunal de recurso de Nova Iorque, esteve na investigação a casos de corrupção na FIFA. 
A ser escolhido será o primeiro latino a dirigir o FBI.

Adam Lee
Responsável dos serviços do FBI em Richmond, está no Bureau desde 1996. 
Especialista nas áreas da corrupção e do crime de colarinho branco.

Mike Rogers
Antigo presidente da comissão para os serviços de informações da Câmara dos Representantes. 
Foi do FBI e é republicano. 
Comenta matérias de espionagem e segurança na CNN.

Henry Hudson
Juiz na Virgínia, foi nomeado por George W. Bush. 
Antes, dirigira o serviço judicial e policial federal conhecido como U.S. Marshals. Republicano, é conhecido pelas suas posições duas no combate ao crime.

"Não, não, próxima pergunta". Trump nega ter feito pedido ao ex-diretor do FBI

EUA
18 DE MAIO DE 2017 22:11
Acrescentou que não existiu qualquer "conluio" entre a sua campanha e a Rússia

Numa conferência de imprensa conjunta com o Presidente colombiano, Juan Manuel Santos, Donald Trump negou ter pedido a James Comey, que demitiu de forma surpreendente do cargo de diretor do FBI, para deixar cair a investigação sobre as ligações da campanha de Trump à Rússia.

"Não, não, próxima pergunta", foi a resposta do Presidente dos EUA quando questionado sobre a situação.

"Acreditem em mim, não há qualquer conluio [com a Rússia]. 
Os russos estão ótimos, mas seja a Rússia ou qualquer outra pessoa, a minha prioridade são os EUA", acrescentou.

Depois, um pequeno comentário deu a entender que estava apenas a falar em seu nome, mesmo estando a defender a sua campanha. 
"Não há certamente qualquer conluio entre mim e a minha campanha, mas só posso falar por mim, e os russos. Zero", afirmou.

Disse ainda que a continuação da investigação é uma "caça às bruxas" mas disse "respeitar" a nomeação do procurador especial Robert Mueller, antigo diretor do FBI, para investigar "os esforços do governo russo para influenciar a eleição presidencial de 2016 e assuntos relacionados", anunciou o Departamento de Justiça.

"Respeito a decisão, mas isto tudo é uma caça às bruxas", repetiu.

Trump diz que está a ser alvo da "maior caça às bruxas" de um político da história americana

Paul Ryan garante avanço da reforma fiscal apesar da agitação em Washington

EUA
18 DE MAIO DE 2017 20:38
"Estou muito confiante de que conseguiremos atingir esse objetivo", acrescentou

O presidente da Câmara dos Representantes, o republicano Paul Ryan, insistiu esta quinta-feira que o Congresso irá rever o sistema tributário americano este ano, apesar das divisões políticas no Congresso e da agitação política em Washington.

"Estou muito confiante de que conseguiremos atingir esse objetivo", disse hoje Ryan, em Washington.

A declaração do líder da Câmara dos Representantes surge numa altura em que arrancou em Washington uma agressiva campanha de "lobbyng" por parte de empresários e homens de negócios, que querem assegurar que a revisão do sistema tributário vai ser mesmo concretizada, como prometeu Donald Trump.

Em abril, o Presidente americano apresentou um projeto de reforma fiscal, renovando a promessa de baixar os impostos a famílias e empresas.

A reforma, que terá de ser ainda negociada no Congresso, abrange uma simplificação do regime de IRS que alegadamente permitirá reduzir os impostos aplicados à generalidade dos americanos, incluindo aos mais ricos.


Trump prometeu ainda eliminar todas as deduções fiscais, com exceção das relacionadas com créditos imobiliários e contribuições para instituições de caridade.

Trump pediu a Comey para encerrar investigação sobre ligações de Flynn à Rússia

EUA
16 DE MAIO DE 2017 22:49
Michael Flynn foi assessor para a Segurança Nacional de Trump durante cerca de um mês

Donald Trump terá pedido ao ex-diretor do FBI, James Comey, para encerrar a investigação a Michael Flynn, que foi assessor do Presidente para a Segurança Nacional durante cerca de um mês.

Tal aconteceu em fevereiro, numa reunião entre Comey e Trump na Sala Oval, diz o The New York Times, que cita um memorando escrito pelo antigo diretor do FBI logo após a reunião. 
"Espero que possa deixar isto [investigação a Flynn] passar", disse Trump a Comey, de acordo com o memorando.

Caso se confirme a situação, o pedido de Trump poderá mesmo significar que o Presidente norte-americano tentou influenciar o trabalho do Departamento de Justiça e do FBI, que investigavam possíveis ligações entre a campanha de Trump e os russos.

A mesma publicação revela que James Comey escreveu o memorando, em que detalha a conversa com Trump, imediatamente após a reunião, que ocorreu um dia após Flynn se ter demitido. 
Flynn pediu a demissão depois de ter admitido que mentiu ao vice-presidente Mike Pence sobre a natureza das suas conversas com o embaixador russo.

O memorando fará parte de uma espécie de arquivo que o ex-diretor do FBI estava a criar, devido ao que pensava ser uma interferência clara do Presidente numa investigação que estava a decorrer.

O The New York Times explica ainda que notas de um agente do FBI são tidas com muito credíveis, em tribunal, como evidência de conversas e declarações.

A publicação norte-americana explica que não leu o memorando, mas que lhe foram lidas partes do mesmo por pessoas próximas de Comey.

"Ele é um bom homem. 
Deixe isto", terá dito Trump a Comey, que se terá limitado a concordar com a primeira parte. 
"Concordo que é um bom homem", terá dito o ex-diretor do FBI.

A Casa Branca já negou a versão do memorando de James Comey.

"Enquanto o Presidente já expressou várias vezes a sua opinião de que o General Flynn é um homem decente que serviu o país, o Presidente nunca pediu ao Sr. Comey ou outra pessoa para terminar qualquer investigação, incluindo a que envolvia o general Flynn (...) Não é um retrato fiel e certo da conversa entre o Presidente e o Sr. Comey", lê-se.

Já o FBI recusou comentar o caso.

A Casa Branca anunciou entretanto uma conferência de imprensa de Donald Trump, para às 21:00 (hora de Lisboa), na próxima quinta-feira.

A iniciativa ocorrerá por ocasião da visita do Presidente colombiano, Juan Manuel Santos. Será a primeira interação com os jornalistas depois da demissão de James Comey.

Trump falou em prender jornalistas


A conversa entre Trump e Comey terá até começado com o Presidente dos EUA a condenar as fugas de informação para os media, dizendo ao antigo diretor do FBI que este devia considerar prender jornalistas que publicassem informação classificada, de acordo com uma pessoa próxima de Comey, ouvida pelo The New York Times.

Putin disponível para entregar registos de conversa de Trump e Lavrov na Casa Branca

Rússia
17 DE MAIO DE 2017 12:54
Presidente russo diz que Trump não revelou informações secretas e que EUA estão "a desenvolver esquizofrenia política"

Vladimir Putin nega que o ministro dos Negócios Estrangeiros russo tenha recebido informação secreta do presidente norte-americano aquando da visita à Casa Branca na semana passada. 
E diz que tem os registos das conversas para prová-lo.

O presidente russo diz mesmo que está disponível para entregar esses registos. 
"Se a administração norte-americana considerar possível, estamos prontos para entregar ao Senado e ao Congresso as transcrições das conversas entre Lavrov e Trump", disse Putin esta quarta-feira de manhã, em Sochi, numa conferência de imprensa depois de uma reunião com o primeiro-ministro italiano. 
Um porta-voz do Kremlin esclareceu depois que não há gravações, apenas transcrições da conversa.

Para o presidente russo, os Estados Unidos estão "a desenvolver esquizofrenia política". Não há outra forma de explicar as acusações contra o atual presidente de que revelou alguns segredos a Lavrov", concluiu.

Putin afirmou ainda que há pessoas "a desestabilizar a situação política interna dos EUA com slogans anti-Rússia" e que estas ou são estúpidas e não compreendem as consequências ou compreendem e são "perigosas e corruptas".

O presidente russo ainda brincou que vai repreender Lavrov por não ter partilhado os segredos americanos com ele e com os outros representantes russos.

As afirmações de Putin surgem depois de o jornal Washington Post ter avançado que o presidente Donald Trump tinha revelado informação secreta e sensível aos russos quando se reuniu com Sergei Lavrov e com o embaixador russo Sergey Kislyak. 
No dia seguinte à notícia, Trump comentou que tinha todo o direito de partilhar a informação que forneceu aos russos, sobre terrorismo e ameaças à aviação civil.

Horas depois a sua equipa teve de enfrentar outra crise: o The New York Times avançou que Trump terá pedido ao ex-diretor do FBI, James Comey, para encerrar a investigação a Michael Flynn, que foi assessor do Presidente para a Segurança Nacional durante cerca de um mês e que estava sob análise por alegadas ligações à Rússia. 
O pedido, se for provado, argumentam alguns, pode ser considerado como obstrução à justiça e abrir a porta a um processo de destituição.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

850 mil pessoas nas ruas como foi a ação "Regimento imortal" em Moscovo. Reportagem "Medusa"

Meduza
17:46, 9 de maio de 2017




















9 de maio em muitas cidades da Rússia, bem como em dezenas de países ao redor do mundo passou a ação seguinte "Regimento imortal" - marcha, para que as pessoas saem com retratos de seus parentes que participaram na Segunda Guerra Mundial.
Em Moscovo, fechou nove estações de metro centrais para a marcha.
De acordo com dados oficiais, o estoque quebrou seu próprio registo para o número de participantes; Entre eles estava Vladimir Putin.

"Medusa" conta como foi o "Regimento Imortal" de Moscovo.

Já duas horas antes do início oficial da ação nos metrôs e ônibus que viajavam no centro de Moscou, havia muitas pessoas com retratos de familiares de veteranos de guerra no quadro especial (por exemplo, na véspera da marcha vendida em muitos Supermercados em Moscovo).
Aqueles que são pessoas idosas estavam especialmente alegres; Quase todo em seu peito estava preso George Fita; alguém animadamente discutido ontem éter canal "Star".

Embora as pessoas e chegou à estação de metro "Dinamo", onde a marcha deveria começar "Immortal regimento" avançar para fora do metrô, muitos deles não estão com pressa - não havia neve, mas ainda era inverno frio em Moscovo em 9 de maio; por causa do tempo nublado durante a manhã, mesmo cancelada a parte aérea da parada militar na Praça Vermelha.
Não muito longe do "Dínamo" para terminar a construção do estádio foram algumas dezenas de pessoas com a bandeira tajique e toucado nacional.
Congratulavam-se com os compatriotas, batendo o ritmo do tambor.
"Nós - os Pamirs, e todos os anos participam no" regimento Immortal "", - o correspondente de "Medusa" duas meninas em seu caminho para o grupo.
"Ah, e vocês tadjiques ?!
Bem feito "- respondeu à mulher passando.
Foram ações e de outros representantes de comunidades nacionais - azeris, moldavos, armênios; as pessoas reagiram com eles sobre o mesmo.

Em duas horas sem qualquer anúncio especial a multidão começou a ir na perspectiva de Leningrado para a Praça Vermelha.
No curso do movimento, os voluntários trabalharam uma variedade de organizações de caridade - por exemplo, o fundo "Memória das gerações", que é liderado pelo ex-cosmonauta e deputado da Duma Estadual de "Rússia Unida" Valentina Tereshkova - e vendedores de lembranças.
O segundo mais popular após a festa de St. George fitas foram tampões de atributo.

O homem que perguntou o preço dos chapéus, disse que são 150 rublos, - mas um par de dezenas de metros, como as tampas vendidas já mais de duzentos.

Em detectores de metais instalados em Leningradsky Prospekt metro entre "Dynamo" e "bielorrusso", era um grupo de mulheres em idade de reforma com bandeiras e retratos.
Quando o correspondente de "Medusa" tentou fazer-lhes uma pergunta, eles enviaram uma resposta para Valentine, o organizador do grupo.
"Nós viemos aqui para cantar canções e dançar, - disse Valentine.
- Por sua própria iniciativa, é claro!
Somos uma equipe bem conhecida: coro de "Muscovy", DK "é". "
Em impressões sobre o correspondente do "Medusa", grupos organizados de instituições que participaram do "regimento Immortal", as ações eram pouco; Os participantes sempre diziam que vinham marchar contra sua vontade.

Vinte minutos depois, depois da marcha na multidão começou a falar sobre a cozinha do campo.
"Mingau Red Square dar", - disse alguém, mas rapidamente descobriu que a cozinha em toda a distância da marcha de alguns quebrados; Apenas mais perto da Praça Vermelha - quanto mais tempo a fila.
Mais precisamente, dois estágios: primeiro, foi necessário obter as placas descartáveis ​​e talheres; Então - realmente mingau e café.

Como a marcha para participar da marcha, mais pessoas - se o "Dynamo" a multidão ainda era possível nomear alguns, na Tverskaya tornou-se muito mais denso.
De perto, muitos caíram sobre as flores de asfalto, as fitas; Uma das garotas disse: "Não posso", e pegou uma caixa suja.
Pessoas e depois o coro gritando "Hurra!"
E "Obrigado", cantando "Katyusha" e outras canções de guerra soaram dos alto-falantes; Participamos da ação, e vários grupos de músicos ao vivo com acordeões e guitarras. 
"Nós somos de Mosvodokanal veio para a festa para agradar as pessoas, para tocar música para as pessoas, - ele disse ao" Medusa "acordeonista Sergei - Gestão sabe que somos músicos e convidados a participar.
Difícil, é claro, a música de batalha dos alto-falantes, e a chuva e a neve vem, mas tudo bem.

No momento em que as pessoas que começaram a marchar da estação de metro "Dinamo", chegaram à Praça Vermelha, a parte oficial da marcha foi mais - às três horas da área foi o presidente russo Vladimir Putin com um retrato de seu pai ; marchou ao lado dele chefiar o conselho de curadores "regimento Immortal" Vasiliy Lanovoy e ator Michael Nozhkin.
Uma hora mais tarde, perto do Mausoléu levou uma dança improvisada uma centena de pessoas com as bandeiras da Armênia e Nagorno Karabakh.
"Esta dança é chamada kochari - disse o correspondente de um dos manifestantes - Meu avô veio a Berlim com o exército soviético, e então - como estamos agora - ele dançou com outros arménios kochari, marcando uma vitória no Reichstag.
Há até um vídeo.
O que eles vão dizer sobre a bandeira de Nagorno Karabakh Azerbaijanis, que vêm aqui?

E nós perguntamos a eles, se é isso? "

























Também na Praça Vermelha de plantão muitos jovens voluntários - entregando água livre e fitas de St. George, cantaram e entreteram a multidão dançou para ficar quente no cordão perto GUM.
- Chamamos nossa faculdade aqui - disse um dos voluntários.
- Mas ninguém forçou, não assustado sessão pesada, e tudo isso.
Há realmente divertido. "

Participaram da "estante imortal" e dos estrangeiros - por exemplo, um idoso parisiense Zhil Leru, membro da Sociedade Memorial "Normandie-Niemen" de Paris.
"Eu vim aqui honrar a memória de dois soldados.
O primeiro - um piloto Gael Tabyuro.
Segundo - Igor Eichenbaum.
Nós viveu no bairro e muito simpática - Leroux.
- Quando eu era pequeno, ele costumava contar sobre a guerra, e agora eu vim para prestar homenagem ao meu velho e bom amigo. "

Quando o primeiro grupo de manifestantes chegou a St. Vasiliya Blazhennogo e começou a ir para casa antes do final da ação foi ainda quase três horas - e uma enorme multidão de pessoas continuaram a andar ao longo Tverskaya. 
Terminou formalmente "regimento imortal" era suposto às sete da noite; Já às 17h00 os representantes do Ministério do Interior disseram à Tass que as ações de 850 mil participantes, quebrando recorde do ano passado (enquanto na marcha, de acordo com dados oficiais, 700 mil pessoas) participaram.